GT1.4 – Manguezais e Mudanças Climáticas

Matéria recente da Revista Fapesp divulga os recentes resultados das pesquisas dos coordenadores do GT 1.4 (Marcelo Cohen e Mário Soares) do inctAmbTropic  sobre a importância dos manguezais diante das mudanças climáticas. A reportagem informa sobre o papel dos manguezais do ponto de vista ecológico e de sua capacidade de proteger a costa e o equilíbrio da química atmosférica, além de enfatizar a intensa dinâmica dessas florestas de acordo com as mudanças na temperatura e flutuações no nível do mar em diferentes escalas de tempo, com destaque para as projeções até o final desse século.

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Para acesso à matéria completa use o link: http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/02/12/rede-de-protecao/

Para download da matéria use o link: https://ambtropic.eratudomato.online/wp-content/uploads/attachments/036-037_Manguezais_216.pdf

#GT14 #Manguezais

Ciência sem Fronteiras: Recifes Afogados de Abrolhos

A proposta Recifes Afogados da Plataforma e Quebra da Plataforma de Abrolhos: Geomorfologia, Evolução e Indicadores de Variação do Nível do Mar, submetida pelo prof. Alex Bastos (UFES) e um dos coordenadores do GT2.1 do inctAmbTropic foi aprovada no edital PVE do Programa Ciências Sem Fronteiras.

A proposta é uma parceria do com o professor Jody Webster da Universidade de Sydney-Austrália e concebida dentro do contexto de estudo de mapeamento de habitats marinhos – recifes mesofóticos de Abrolhos, um dos objetivos do GT2.1

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Os grandes megahabitats de Abrolhos (Fonte: Moura et al. 2013)

As metas da proposta aprovada são:

  1. Dar prosseguimento ao  mapeamento dos recifes mesofóticos até a quebra da plataforma, bem como a interpretação e contexto sismo-estratigráfico destes sistemas;
  2. Investigar a composição, idade e morfologia dos recifes mesofóticos ao longo da plataforma e na região de quebra da plataforma de Abrolhos;
  3. Avaliar a influência da paleotopografia na distribuição dos habitats marinhos;
  4. Determinar a relação entre composição das comunidades (corals, algae, sponges, octo corals etc) modernas dos recifes mesofóticos e a morfologia /gradiente de profundidade dos recifes;
  5. Comparar o sistema recifal mesofótico da plataforma de Abrolhos com o da Grande Barreira de Corais (GBC), usando modelagem geomorfológica.

O prof.  Jody Webster deverá ficar um mês no Brasil,  durante os próximos 3 anos, sediado na Universidade Federal do Espírito Santo. Estão garantidas ainda bolsas de doutorado sanduíche e pos-doutorado júnior.

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Jody Webster

Interesses de Pesquisa do prof. Jody Webster: 

Jody Webster’s research in sedimentology and stratigraphy focuses on carbonate sedimentology, climate change, and tectonics and it tends to take him to all the beautiful places in the world (e.g. the Great Barrier Reef, Tahiti, Hawaii and Papua New Guinea). Jody is particularly interested in coral reef and carbonate platform systems, both modern and ancient, and their associated sedimentary systems; as tools to address fundamental questions in paleoclimate variability and tectonics, and in turn the influence of these factors on the geometry, composition and evolution of these sedimentary systems. His research is multidisciplinary nature, encompassing traditional elements of sedimentology and stratigraphy, combined with the novel use of marine geology and geophysics, GIS, paleobiology, paleoecology, and geochemistry (stable isotopes, trace elements, radiometric dating). Jody is also heavily involved in several large international research programs including the Integrated Ocean Drilling Program (IODP) which is focused on recovering sediment cores from the sea bed to understand past sea level and climate changes.

#Abrolhos #Biodiversidade #GT21 #RecifesMesofóticos

GT 2.1 Realiza Levantamento Geofísico e Sedimentológico em Abrolhos

Entre 25 de janeiro e 5 de fevereiro de 2014, a equipe da UFES (prof. Alex Bastos – um dos coordenadores do GT2.1 do inctAmbTropic, Leila Longo – pós-doutorando, Laura Silveria- mestranda e Marcos Daniel Leite – mestrando) realizou uma campanha de campo na região do Canal de Abrolhos e costa-afora  do Arquipélago de Abrolhos. A equipe usou a embarcação Moriá. Mosaicos sonográficos de detalhe e coleta de sedimento superficial foram realizados visando o detalhamento do mapeamento de habitats inter-recifal e de recifes mesofóticos. As coletas sedimentológicas foram feitas com busca fundo do tipo van veen e com mergulho. Os vários habitats mapeados foram também fotografos por mergulho scuba. O detalhamento dos mosaicos de recifes submersos e a variabilidade sedimentológica e de biodiversidade bentônica em fundos inconsolidados deverá produzir um quadro novo para a região de Abrolhos. Está programado para março/abril uma nova campanha usando o sistema de batimetria de multi-feixe e o uso de um ROV.

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Equipe UFES em atividade de campo em Abrolhos

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Levantamento com Sonar de Varredura Lateral

#Abrolhos #Biodiversidade #GT21